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T1 2018 - Inscrições IMSA Series



E ela continua em 2018 a IMSA Series vem agora para uma temporada completa de 6 etapas, com três tempos de corridas diferentes ao longo do campeonato, é o endurance tomando conta da VORC Series.
A IMSA Series, Com os carros da Classe Daytona Prototype com os Dallara Corvette DP, além dos GTE: Aston Martin Vantage, Corvette C7R, Ferrari 488, Ford GT e os Porsche 991 RSR, Na Vorc será com o simulador Automobilista.Para a escolha dos carros a classe DP contará com 14 vagas apenas, sendo permitido que cada equipe nesta classe possua no maximo 2 carros devido ao numero de vagas menor, (a inscrição de um DP não garante uma segunda inscrição automaticamente, o segundo piloto precisa estar inscrito) enquanto a GTE tem livre numero de vagas para equipes e sub-equipes.
Serão 6 etapas disputadas a cada 14 dias.A categoria contará com um qualifing de 15 minutos com cada piloto podendo dar no máximo 2 voltas rápidas, e as corridas serão corridas serão em diferentes tempos, com algumas tendo 60 minutos, outras 90 minutos e duas especiais de 120 minutos, a categoria não conta com descarte nem com lastro de competição. Setup aberto ao longo do campeonato.Valor R$65,00O Campeonato terá suas corridas as sextas feiras 21:30h (Horario de Brasilia)
OBS
Vagas para a DP serão limitadas as 14, tendo preferencia quem já correu a temporada passada e posteriormente possíveis pilotos novos.


INSCRIÇÕES
MOD
REGULAMENTO
TEMPLATES
TRACKPACK

Daytona Road Course (descompactar na pasta locations)
ESCOLHA NUMERAÇÃO


Até dia 02/01/2018 os pilotos que disputaram pelo menos duas etapas da temporada passada tem uma preferencia nas inscrições, após a data as vagas ficam abertas a quem não disputou o torneio de final de ano.
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T1 2018 - Inscrições OLD BTCC Series



Ano novo chegando e 2018 vem com novidade na VORC Series
A OLD BTCC, baseado nos anos aureos da categoria Inglesa com carros usados entre 1995 e 1999, usando as tradicionais pistas inglesas nativas da categoria. Na Vorc será com o simulador Automobilista.
Serão 5 etapas disputadas a cada 14 dias.
A categoria contará com um qualifing de 10 minutos com cada piloto podendo dar no máximo 2 voltas rápidas, e as corridas serão duas baterias de 56 kilometros e as corridas serão realizadas por voltas ao invés de tempo de corrida, a categoria não conta com descarte nem com lastro de competição. Setup aberto ao longo do campeonato.
Valor R$40,00
O Campeonato terá suas corridas as sextas feiras 21:30h (Horario de Brasilia)


Agradecimento especial a Wagner Antonelo pela ajuda com os logos da VORC, a Diogo Souto pela att do blog, Ernesto Brock pelo auxilio com a equalização do mod e Marcio Moraes pela ajuda com os templates do Mod.
INSCRIÇÕES
MOD

REGULAMENTO 
TEMPLATES
TRACKPACK 
CARSET 1.0
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Final de ano ao melhor estilo, IMSA Series define seus campeões na T4 2017.


E a grande final da VORC @ IMSA Series aconteceu no ultimo dia 21/12 e por pouco não atropelando Santa Claus.
Depois de tantos problemas ao longo do campeonato em virtude das varias atualizações do simulador AMS, a VORC fez sua insistência valer a pena mesmo com a corrida atrasada em uma semana, 20 pilotos foram a pista para a disputa da etapa de Sebring, inicialmente prevista para 2 horas de corrida, e com variação de tempo a corrida não chegou a 60 minutos por mais uma vez um problema, mas vinha sendo uma corrida espetacular com os pilotos chegando a parte noturna antes da queda de servidor.

QUALIFYING
A Pole da classe Prototype ficou com Bruno Miranda que fez um tempo em torno de 4 segundo mais rapido que Daniel Gomes da Chrome HVM e Vinicius Loyola que foi o terceiro no qualy da classe.
Na GTLM Rodrigo Kbessa havia conquistado a pole, mas o piloto não participou da corrida na semana seguinte em virtude de uma viagem, Leandro Werle seria o segundo colocado e Ricardo Prediger o terceiro.
Vale lembrar que o qualy foi disputado dia 15/12 porém após o qualifiyng problemas de servidor não deixaram os pilotos fazer a corrida e foi transferida para dia 21/12 assim como alguns pilotos não puderam participar, outros conseguiram correr e largar do fundo do grid de suas classes.


CORRIDA
O Inicio da corrida foi promissor, mas com os lideres de suas classes disparando na ponta, Bruno Miranda pela Prototype sumiu a frente, enquanto a briga pelo segundo, terceiro e quarto lugares vinha com mais intensidade, Vinicius Loyola, Gilberto Rincha, Emerson Czerkawsky, Fabricio Matheussi, Daniel Gomes e Tarso Marques vinham em sequencia.

Na GTLM Werle era lider, com Edgar Horst Jr ficando um bom tempo na segunda posição, Eduardo Melo e Thiago Procopio brigavam pela terceira posição.

Na volta 20, Vinicius Loyola vinha em segundo e foi aos pitz depois de disputar por muito tempo o segundo lugar com Emerson Czerkawsky, ainda teve Fabricio Matheussi fazendo bela corrida de recuperação e que vinha chegando em terceiro.

Na GTLM algumas disputas em meio ao pelotão haviam mexido nas posições como por exemplo quando Alisson Borges caiu para 17º no geral.
Ao chegar na 28ª volta quando a corrida já estava em sua parte noturna e restando 1:07h para o final da corrida uma queda no servidor, decretou o final da corrida, pois o evento já enfrentava um atraso inicial por problemas.
Com isso na Prototype, Bruno Miranda venceu a prova e se sagrou campeão da temporada, seguido de Emerson Czerkawsky e Fabricio Matheussi fechando o pódio da etapa.

Na GTLM Leandro Werle vence e se sagra campeão, tendo seu companheiro de equipe Thiago Procopio fechando em segundo, numa bela corrida de recuperação, e Eduardo Melo em terceiro, fechando o campeonato com 2 etapas e 2 pódios conquistados.


RESULTADO FINAL


CLASSIFICAÇÃO DE PILOTOS
PROTOTYPE
Bruno Miranda é campeão com 58 pontos, contra 43 de Fabricio Matheussi, Felipe Lima ainda fechou o campeonato em terceiro, onde era líder, mas não participou da etapa.


GTLM
Leandro Werle é campeão com 45 pontos, contra 35 de Rodrigo Kbessa que ainda fechou como vice campeão, Ricardo Prediger foi o terceiro do campeonato com 34 pontos.


CLASSIFICAÇÃO DE EQUIPES
PROTOTYPE
A RW Team conquistou o titulo de equipes, com a BMRS Motorsports fechando com a vice liderança, a Paraguay Racing AV foi a terceira colocada.


GTLM
A Frozen Racing Team conseguiu ainda reverter a situação e buscar o titulo de equipes com 65 pontos, contra 62 da Paraguay Racing AV com 42 pontos, a Team Schnell ainda foi a terceira com 39 pontos.


A TEMPORADA
A temporada que era de testes para um futuro campeonato maior, foi de muitos obstáculos, mas ficando como fator positivo a insistência e finalizar o campeonato, e com o apoio de pilotos e equipes num dos momentos mais difíceis, a certeza de um grid forte, e unido, deixa a próxima temporada com um charme de um dos grandes campeonatos na próxima temporada.

VT DA ETAPA

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Procopio conquista titulo da Scirocco Cup em atuação fantástica durante temporada 4.

No dia 8 de dezembro o autódromo virtual de Hungaroring, na Hungria, recebeu a final do campeonato da Scirocco Cup. Thiago Procopio, franco favorito ao título, mostrou evolução, um posicionamento em relação a disputa do título não antes vista no piloto.


CLASSIFICAÇÃO
Thiago, dono de todas as poles anteriores não cravou a pole a primeira vez na temporada. Samuel Pontes, da BSP Racing, tomou a cena, cravou a pole e deixou a dupla da BenKleR, Enzo Sofiato e Thiago Procopio, nas duas posições seguintes. Lucas Werle, outra BSP, fecha a segunda fila, seguido de Caio Russi, da Piratas. Ernesto Brock, o único rival na disputa do título, largava na sexta posição.


BATERIA 1:
Procopio não larga bem e cai posições, saindo da primeira curva em sexto, atrás de Brock. Neto Silva e Emerson Czerkawsky também aproveitam o embalo e passam por Thiago logo em seguida.
Brock precisava fazer todos os pontos restantes para conseguir ainda disputar o difícil título. O piloto partiu para o ataque pra cima de Lucas Werle e os dois “rasparam” o carro no fim do primeiro setor, saíram da pista, Lucas voltou mas Brock, sem controle pela grama, acertou em cheio o piloto da BSP. Era fim de prova para Lucas e, mesmo que ainda em pista, fim das chances de título para o piloto da Paraguay Racing também.
Pouco à frente, Ulisses Oliveira toca com Fernando Esquitino e bate forte no muro, no mesmo ponto que Sergio Perez sofreu uma capotagem na temporada de 2015 da F1.
Caio Russi ia no estilo mineirinho, comendo pelas beiradas, na dele, já assumia a segunda posição e caçava Samuel.
No meio do grid, os 3 pontos de ativação do Push-to-pass possibilitavam muitas mudanças de posição. A reta principal, a reta oposta e a subida após a reta oposta eram pontos alternados entre os pilotos. Essa diferença proporcionou, por exemplo, um pelotão de intensas disputas, entre Neto, Procopio, Alexandre Oliveira, Werner Marote e Anderson Medeiros.
Thiago encontrava muitos problemas na prova, problemas que só descobriu após o fim da bateria. Seu freio estava freando sozinho (mal contato) e estava com controle de tração ligado, o que segurava muito seu ritmo.
Na ponta, Russi pressiona, Samuel comete um pequeno erro e o piloto da Piratas pula para a ponta. Caio só conduz até o fim da corrida e Samuel, mesmo dentro do mesmo segundo até o fim, não consegue ameaçar o piloto e fica com a segunda. Enzo Sofiato fica na terceira, Emerson se sobressai na disputa tripla e garante a quarta e Procopio ultrapassa Alexandre Oliveira na última curva para ficar com a quinta e o título. Na oitava posição e pole para a segunda, Neto Silva.


BATERIA 2:
Largada muito tranquila, assim como na primeira bateria e sem grandes mudanças no pelotão da frente. No fim da primeira volta, Werner toca e passa Neto. Neto tenta recuperar a posição na reta, sem push, ao mesmo tempo que Alexandre e Procopio também vinham lado a lado. Melhor para Zé da Meia, que se mantém na frente de Thiago e ainda passa por Neto, assumindo a segunda. Enzo Sofiato se toca no pelotão intermediário e cai muitas posições, quase rodando na curva 1. Porém a disputa não cessa, com Neto usando o push na subida e re-ultrapassando os dois da frente novamente. O pelotão se tornava um só, juntando muitos pilotos disputando em pouco espaço físico.
Thiago vai galgando posições, aproveitando as disputas e, com uma belíssima ultrapassagem sobre Alexandre Oliveira, assume a ponta. Estava de volta o campeão.
Disputas em várias posições do grid. Samuel e Alexandre disputavam ferrenhamente a segunda, ao mesmo tempo que Brock, Neto, Werner, Anderson, Caio e Enzo disputavam todos em menos de 1 segundo de diferença, com Henrique Salgueiro logo atrás esperando a carnificina. E ela aconteceu. Werner toca Neto duas vezes e o piloto roda na sua frente. Caio, sem culpa, vem atrás e pega em cheio no carro do piloto mineiro, mas Caio consegue continuar na corrida sem grandes problemas.
Werner, ainda forçando muito, também toca levemente Anderson, mas o suficiente para ultrapassar o piloto e deixar ele disputando com Caio.
Na frente, Procopio, Brock e Alexandre pareciam ter definido já suas posições, porém da sexta até a décima primeira, tudo indefinido. Caio, Werner, Henrique, Werle e Emerson disputavam as 3 últimas posições à entrar na inversão de grid pra bateria 3. Melhor para Caio, Salgueiro e Werner, nessa ordem. Entre os três e o pódio ficaram Enzo Sofiato, em quarto, e Samuel Pontes em quinto.


BATERIA 3:
Logo na largada, Ulisses encontra problemas e é atingido pelo carro que vinha atrás. Werner e Procopio se tocam na curva 1, pior para o campeão, que cai para o fim do grid. Neto Silva, que largava da décima sexta posição aproveita tudo isso e avança para a décima posição logo na primeira curva, já se colocando na briga do segundo pelotão.
Logo na primeira volta, muitas disputas fortes, com pequenos toques e encostões nas disputas da quinta posição. Mais ao fim do grid não era diferente e uma disputa mais quente entre Kleber Stippi e Alexandre Oliveira não termina bem para o piloto da BenKleR, que bate forte na freada da curva 2.
O padrão de disputas se manteve e mais um grande pelotão se formava. Werner Marote, Enzo Sofiato, Ernesto Brock, Emerson Czerkawsky, Lucas Werle e Thiago Procopio batalhavam todos em um espaço de pouco mais de um segundo e meio.
Mais atrás Felipe Muniz, Alexandre Oliveira e Neto Silva disputavam a nona posição quando, num infeliz toque de corrida, Neto é lançado ao muro dos boxes e bate na quina, estourando o motor do carro e abandonando.
E, nas palavras de Rodrigo Vicente, “o sururu se formou” na disputa da quinta terceira mais uma vez. Procopio e Werner tentando dividir a chicane embolaram o pelotão, Brock teve de passar por fora, Enzo e Lucas chegaram também na disputa, trazendo também na cola Emerson Czerkawsky. Bagunça generelizada. Zé também chega e forma uma disputa de 7 carros!
Um a um tentavam ultrapassar Werner, que jogava pesado e não entregava fácil a posição. Brock consegue, Procopio tenta e perde tempo e com isso a porta se abre para Enzo Sofiato, outro piloto que costuma brigar até o fim por seu espaço. O resultado não poderia ser outro... os dois se tocam e Werner cai para o fim deste pelotão de disputa, perdendo a chance de segurar um Top5.
Lucas Werle, tentando sair mais forte para a reta, usa o push muito cedo, toca o muro, danifica sua suspensão e na freada da curva 1 (ainda sem saber o nível de danos do carro) não consegue frear e acerta em cheio o carro de Alexandre. Fim de prova para os dois, a menos de 2 minutos para o fim da bateria.
Procopio e Sofiato até ensaiam uma disputa, mas Thiago deixa bem claro que trabalhava para o parceiro buscar o vice-campeonato e tira o pé, deixando Enzo abrir.
Caio Russi e Samuel Pontes passeiam na pista, garantem o P1 e P2 novamente e repetem o pódio da bateria 1. Brock fecha em terceiro, mas o quarto lugar de Enzo Sofiato não sustenta o piloto da Paraguay nas 3 primeiras posições da tabela e por apenas 2 pontos o piloto da BenKleR assume o terceiro posto.


CAMPEONATO DE PILOTOS
Caio, após duas apresentações fantásticas, assume com méritos a segunda posição na tabela e termina o campeonato como vice-campeão, mas a absurdos 66 pontos de Thiago Procopio, o campeão incontestável.



Pelas equipes, o novo formato de pontuação permitiu a BenKleR Racers garantir seu primeiro título de equipes na VORC, 44 pontos à frente da Paraguay Racing A.

VT DA ETAPA


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Do susto e medo a redenção!!!


Crashdumps no servidor assustaram a direção de prova antes da Etapa 2 da IMSA Series. A corrida, que estava programada para ser realizada no autódromo virtual de Daytona passou por testes dias antes e foram encontrados muitos erros sem explicação na instalação.
A alternativa encontrada pela liga foi utilizar uma das pistas nativas do simulador e, por "parentesco" com a categoria, a escolhida foi Montreal. E o resultado foi uma corrida pra lá de emocionante com pegas nas duas classes, e campeonatos se embolando na briga pelo titulos de cada classe, tranformando a etapa em uma redenção perante os problemas.

CLASSIFICAÇÃO:
O pouco tempo de treino (apenas dois dias) poderia trazer surpresas para a definição de grid, visto que alguns pilotos não teriam possibilidade de treinar como outros.
A surpresa aconteceu. Todos conhecem o nível elevadíssimo de Bruno Miranda, principalmente nos monopostos das categorias americanas, mas nos Endurances o favorito é sempre Fabrício Matheussi. Porém Bruno não quis saber, fez o dever de casa e cravou a pole para a etapa. Matheussi foi apenas o terceiro, à mais de meio segundo de Bruno. Entre eles, apenas dois décimos de segundo atrás de Bruno, estava Felipe Lima. Neto Silva foi o quarto e Carlos Barreto, pódio na primeira etapa, o quinto. Porém o piloto não consegue alinhar e Rodrigo Vicente herda a posição para a largada.
Na GT a dupla da Frozen dominou. Thiago Procopio fez um temporal pra cima de seu parceiro de equipe para garantir a pole. Leandro Werle, mesmo sem a volta ideal, conseguiu garantir o segundo posto. Foram seguidos de Rodrigo Kbessa, Ricardo Prediger e Ernesto Brock.



CORRIDA:
O simulador de Neto Silva "crasha" logo na volta de apresentação e o piloto deixa um buraco no grid. Leandro Werle também cai e, Rogério Reis, que não alinhou mas largaria dos boxes, também cai, mas ainda assim tendo 28 carros em pista.
Matheussi não larga tão bem e não consegue segurar as investidas de Rodrigo Vicente. Com o carro menos carregado aerodinamicamente, Vicente até chegava a perder a posição no miolo do circuito, mas recuperava de forma fácil nas retas.
Problemas para Gilberto Rincha o jogam no meio dos GTEs e, na liderança, Felipe passava por Bruno e começava a tentar impôr seu ritmo.
Na GTE, inclusive, tudo seguia muito tranquilo e as primeiras brigas começavam a se formar.
Quando o pelotão dos DPs começa a chegar nos GTE, o primeiro problema. Philipe Henrique freia muito cedo e assusta Felipe Lima. O toque foi inevitável e possibilitou Bruno encostar novamente pela briga na ponta. Todos seguiram sem problemas.
A maior disputa da corrida se formava na GTE. Ernesto Brock e Alisson Borges formaram uma disputa incessante por nada mais nada menos que 30 minutos.
Na ponta um toque de Bruno em Felipe causa uma mudança na liderança. Matheussi, que nada tinha a ver com a briga, aproveitou que Bruno esperava para fazer o fairplay e passa pelos dois e, nesse momento, a dupla da RW assume a liderança. Porém nada definido, pois a corrida ainda guardava muitas surpresas.
Bruno se desconcentra após o incidente e erra sozinho, perdendo mais tempo em relação aos líderes. Ali a briga da vitória se despediria para Bruno.
O carro da DP é complicado, é um carro potente e necessita 110% de concentração e essa dificuldade fez mais vítimas. Emerson Czerkawsky e Anderson Medeiros também são vítimas do erro causado pelo carro traiçoeiro.
Pela GTE a dupla da RW, Rodrigo Kbessa e Alisson travam uma bonita batalha, tal como Alexandre Oliveira e Newlo Nunes, que travaram um belo duelo na briga da oitava posição dos GTs.
Restando 53min de prova a primeira bandeira amarela em todo o circuito. Era o momento de começar a definir a vitória de ambas as categorias. E na GTE a maior chance de alteração na ponta acontece! Thiago Procopio cai durante a amarela e deixa a briga para Ernesto Brock e os carros da RW, além do sempre presente na briga do pódio, Ricardo Prediger.
Uma bagunça generalizada nos pits. Alguns DPs entram, alguns GTEs também. O grid passa por várias mudanças de posições. Na DP a dupla da RW não pára e se mantém à frente, Anderson também não pára e assume a terceira. Já Bruno Miranda, que era o maior desafiante da RW, decide fazer sua parada. Na GTE, Brock, então líder, Rodrigo, Prediger, Alexandre e muitos outros entram. Alisson Borges não pára e assume a ponta.
Na parada Prediger pula para a segunda posição. A terceira fica para Edgar Horst Jr, da MTech, Brock e Kbessa caem para quarto e quinto, respectivamente.
Na volta da relargada, problemas para Vicente. Por queda de FPS o piloto é forçado à abandonar a corrida, para evitar incidentes com outros pilotos.
Bruno Miranda relarga muito forte, ultrapassa Anderson e logo parte pra cima de Matheussi, assumindo a segunda posição nos DPs e com um "conjunto novo".
A briga da GTE era ainda mais alucinante, com Prediger partindo pra cima querendo galgar a vitória da RW.
A disputa pela liderança da tabela da GT era a mais ampla e, um dos principais desafiantes, Ernesto Brock, perde o motor e é forçado à abandonar.
Um bom stint se forma, sem disputas tão ferrenhas mas ao mesmo tempo com a corrida agitada, deixando a prova correr.
Mudanças nas lideranças começavam a acontecer. A escolha de não parar em amarela se mostrou errada para a dupla da RW, quando Fabrício Matheussi é forçado à parar em bandeira verde. Ao mesmo tempo mudança na ponta da GTE, quando a RW de Kabessa passa pela RW de Alisson Borges e passa a guiar o pelotão na classe dos GTs.
Emerson nota que é momento de começar à definir a corrida, restando menos de 25 minutos para o fim e ataca Daniel Gomes pela terceira posição da Daytona Prototype.
Felipe Lima também é vítima do azar de não ter outra amarela e tem que parar em bandeira verde, deixando Bruno Miranda simplesmente sozinho, isolado na ponta, a mais de 20s de diferença para o então segundo colocado, Dani Gomes.
A outra RW, porém da GTE, também sofre o mesmo mal e tem que parar. Alisson Borges se despedia da briga pela vitória, voltando na sétima posição. O sempre constante Prediger assumia a segunda posição da categoria.
Anderson, com o carro muito danificado continuava com dificuldades e ia perdendo ritmo, na penúltima posição dos DPs.
Alisson tentava recuperar o prejuízo e já ultrapassava Alexandre (Zé da Meia).
Felipe Lima, assim como seu companheiro de RW da GTE, tenta recuperar o tempo perdido e parte para cima de Daniel Gomes, mas é tocado e ambos sofrem danos leves em seus protótipos. As duas RW se juntam novamente após a rodada de Lima ocasionada pelo toque e vão em comboio para atacar Daniel. Lima passa de forma tranquila, já Matheussi raspa tinta, mas também conclui a ultrapassagem.
Alisson seguia tentando galgar posições e encontra dificuldades com Edgar. Junto deles vinha um pelotão de DPs, com Tarso Marques, Emerson Czerkawsky e a dupla da RW, guiada por Felipe Lima.
A briga, que acontecia à mais de 34 segundos atrás de Bruno Miranda, envolvia os três carros e o fato de Emerson estar menos carregado de asa permitia uma ótima chance de defesa para o piloto da Paraguay, que já estava com o carro mais desgastado em relação a RW e defendia ferrenhamente sua posição no pódio.
Emerson, sob pressão, comete um pequeno erro, suficiente para Lima passar pelo piloto. Ambos ainda se assustam com Prediger que roda bem na entrada do segundo setor da pista, mesma curva que já havia pegado pilotos como Anderson, Bruno, o incidente entre Dani e Lima, entre outros.
Matheussi também ataca muito, Emerson tenta, mas não consegue segurar o terceiro posto frente o piloto da RW.
Kbessa, tranquilo na ponta, ainda traz um susto para o fim da corrida, rodando na última volta. Porém a vantagem construída pelo piloto o deixa ainda tranquilo na ponta e ele consegue vencer com méritos a etapa, assumindo a ponta da tabela dos GTLM


PUNIÇÕES
Cyro Santana - Não atendeu a recomendação de pedir permissão ao diretor de provas para abandonar a corrida, conforme combinado em briefing.
Ficara sem fazer a classificação na etapa de Sebring

CLASSIFICAÇÃO DO CAMPEONATO







PRÓXIMA ETAPA
O Circuito americano de Sebring recebe a ultima etapa do campeonato, com duração de duas horas e simulação de tempo em 10 horas a corrida começará ao equivalente as 14h e terminará as 0h.

VT DA ETAPA

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